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>>>NÃO LINKEI/NÃO BLOGUEI/O TEMPO ANDA RASO/OU MELHOR/CURTÍSSIMO!!

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Escrito por barrigadelagartixa

Setembro 12, 2009 em 4:03 pm

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Arte no Pelô: Feira Do Mauá

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         A feira de Artesanato do Mauá atraiu os olhares de quem passava pelo cruzeiro de São Francisco, neste sábado. O evento que foi promovido pelo programa Pelourinho Cultural, contou com a presença de 20 expositores habilitados pelo Instituto de Artesanato Visconde de Mauá. “Embora esta tenha sido a sua primeira edição, a feira ainda deve acontecer até dezembro” afirmou Pollyana Faraj, produtora do evento.

           Quem passava pelo local se encantou com a grande variedade dos artigos de tecelagem, cerâmica, metal, couro, fibras e bordados. O empresário Nelson Vieira Batista, 48 anos, afirma não ter gostado: “A feira está fraca” disse ele. Já o curitibano Nelson Infantis que veio a Bahia a trabalho, diz ter aproveitado o tempo livre para ir ao Pelourinho, e conta que desde a sua primeira visita em 1974, muita coisa mudou: “É tudo muito bonito, mas é isso que agente espera encontrar na Bahia, beleza”.

             A feira do Mauá faz parte de uma série de “Feiras Criativas” que se apresentaram durante todo o mês de Setembro no Pelourinho. As feiras que fazem parte do programa Pelourinho cultural, contribuem para o processo de revitalização do bairro, que há muito tempo não recebia visitantes devido ao grande índice de marginalização que existe no local. O Programa Pelourinho Cultural que em 1993 levava o nome de “Ritos e Agitos”, nasceu com o intuito de colaborar diretamente com o processo de revitalização do Centro Histórico. “Hoje acontece de tudo: shows,dança,música,o Pelô abriga  a cultura em todas as sua definições” afirmou Pollyana Faraj .

           Além da participação ativa do Pelourinho Cultural,o Instituto Mauá fornece apoio e incentivo aos núcleos de produção, associações e cooperativas, com a finalidade de preservar a história cultural do artesanato. A artesã Maria Licia Vieira Bastos conta que para ser convidado a participar dos eventos organizados pelo instituto, o artesão precisa ter credibilidade artística. Maria Licia, que ainda faz parte da ASPAB (Associação de Produtores de Artesanato da Bahia), diz que a entidade entra em contato com os artesãos e com as associações, e que eles não pagam tributos para exporem seus produtos na feira. Segundo a presidente da associação Jacira Alves Cardoso, o principal objetivo da ASPAB é a valorização e elevação do ser humano. “O artesão às vezes não é muito valorizado, cada um deles tem uma história para contar de sua arte. A feira é importante por isso, por que oferece oportunidade a essas pessoas”.

 

 

       

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Escrito por barrigadelagartixa

Outubro 25, 2008 em 11:25 am

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Eu politico,tu politicas,quem ai politica?

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               Eram 9:40 quando ele  começou a distribuir aquelas folhas cheias de linhas.Estava certa de que os coleguinhas de classe escreveriam sobre os arbustos da política e afins.Quem sabe aí o que é política?Gritei duramente em voz alta. Mentira!Desejei ter gritado para acabar de vez com essa pouca-vergonha.Agente lê aqui, lê acolá passeando os olhos entre uma web página e outra, certificando-se de não deixar escapar nenhuma informação categórica que venha a “abrilhantar” as discussões sociais nos nossos momentos opinativos. Mas, de fato o que não dá para entender é que algo tão volumoso e complexo como a política possa caber nas bocas de quem a profere com uma convicção um tanto quanto suspeita.

Essa é The BLT generation.Formada por jovens inegavelmente muito bem informados,mas recheados de superficialidade. E essa modinha de agora? “É pela tela do quarto, é pela tela do carro, é pela tela, é pela tela…” Será que ninguém mais se importa com aquele conhecimento velho e empoeirado?Aquele que não foi fragmentado para ver se cabia em algum lugar já pré-definido pelos “bam bam bans” que manipulam as mentes e os sistemas de operação.Se já não bastassem os Googóis e os Quêdes educando “retardados” apenas pelo preço de um click …

 

 

 

 

 

Escrito por barrigadelagartixa

Outubro 25, 2008 em 10:34 am

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Século XXI, Uma Inumação ao Conceito De Empregabilidade

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           O homem desde os seus primórdios tem exercido o uso de técnicas e habilidades, a fim de produzir artifícios que o possibilitasse atender às aspirações e necessidades próprias.  A caça, a pesca, a composição de indumentária, a edificação de moradias são exemplos que evidenciam a força de trabalho presente desde a construção da história humana. E encontra-se visível, seja em grandes obras arquitetônicas como as pirâmides do Egito, seja na confecção de pequenos instrumentos artesanais. A Revolução Industrial, ocorrida na Europa durante o século XVIII, é o advento primordial para que consigamos entender o motivo das alterações que o mercado tem vivido nos últimos anos, visto que marca o surgimento da venda da força de trabalho, da divisão de serviços, da implantação de salários, conseqüentemente, o aparecimento do conceito de qualificação, e a adoção de máquinas à produção.

 

           A terceira fase da Revolução Industrial foi denominada “Revolução Científica e Tecnológica”, caracterizada pelos avanços na informática, robótica e micro-tecnologia. A partir dessa etapa, é possível perceber a transformação ocorrida na estrutura do mercado mundial. O acesso universal aos PC’s (Personal Computers) ocasionou a formação do Ciberespaço, que dispõe de um ambiente na internet, onde pessoas de todo o mundo estariam tecnicamente ligadas umas as outras, interagindo entre si sob diversas circunstâncias, e que ao contrário do que muitos possam vir a pensar, esse cenário está longe de parecer uma esfera integradora, em que todos se encontram uniformemente unidos sem nenhuma razão viável para estarem inclusos nessa situação. O Ciberespaço assim como a globalização, contribuiu para larguear ainda mais o precipício que existia entre os membros da sociedade. Empresas seriamente comprometidas com a idéia de que “O mundo é online” contratam funcionários de diversos lugares do planeta para trabalharem através de uma conexão feita por aparelhos eletrônicos,e que às vezes sequer sabem quem está do “outro lado da linha”. Assim como afirma o Chefe e Vice Presidente Pesquisador do Instituto de Ciências Sol, Jonh Gage: “Cada qual pode trabalhar conosco quanto tempo quiser, também não precisamos de visto para nosso pessoal do exterior (…) Empregamos nosso pessoal por computador,eles trabalham no computador e também são demitidos por computador”. Surge então um novo conceito de emprego, uma nova postura de profissional que necessita ser tão flexível e instável quanto à dinamicidade do mercado.

                                                                                                                        

           Preconceitos e polêmicas ainda giram em torno da má apreensão dessa nova estrutura capitalista. O conceito de Desemprego Estrutural (desemprego que resulta das novas formas de organização do trabalho e de produção) tem sido distorcido, tanto quanto a tecnologia e as suas inovações têm sido vistas como as grandes vilãs, e por décadas e décadas foram julgadas e culpadas pela falta de ofício. O que se caracteriza como uma inverdade, pois a tecnologia é o que o homem determina que ela seja, poderia ser empregada a favor do trabalhador auxiliando-o, complementando-o, ao invés de representar uma “ameaça monstruosa” à sociedade, assim como pregam alguns veículos de comunicação utilizando-se da “velha” Teoria do Capital Humano (essa afirma que o investimento em educação gera o aumento da produtividade e conseqüentemente acresce a renda pessoal). Todo esse esforço, feito para que a sociedade acreditasse que a falta de emprego está diretamente ligada à ausência de discernimento, omitindo o fato catastrófico de que a fantasia infantil: “Vou crescer e ter um emprego” esfacelou-se.

 

         Uma pesquisa realizada em 2003 pelo IBGE (Índice Brasileiro de Geografia Estatística) aponta que a taxa de participação dos jovens na força de trabalho diminuiu no mundo cerca de quatro pontos percentuais na última década, e que tal comportamento pode ser explicado pelo fato dos jovens permanecerem mais tempo na escola. Passar maior tempo na escola não qualifica um problema, mas tornar a educação primordial apenas por acreditar que através dela, o indivíduo possui maiores chances de ascender na escala social, essa sim é a grande deficiência.

 

        E quanto à inumação ao conceito de empregabilidade?Como fazê-lo se sequer é possível encontrá-lo em algum lugar deste planeta “Terratech”, tão ultrapassado que lhe foi imposta a isenção de significado. Ou melhor,a extinção? .

Escrito por barrigadelagartixa

Agosto 18, 2008 em 9:14 pm

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